Um governo popular que através do diálogo com os trabalhadores, que comandarão sua gestão, buscará encontrar soluções para os maiores problemas da sociedade e que se propõe em cumprir a Lei de Autonomia da UEPB, o PCCR dos servidores e zerar os retroativos resultados do congelamento das progressões, além de implantar uma paridade nos reajustes salariais para os aposentados da universidade. Estas foram algumas das propostas apresentadas pelo candida do PCO, Adriano Trajano, quando da sua participação no debate da ADUEPB com os/as candidatos/as ao governo do Estado, no dia 08/09.
Adriano ressaltou que a proposta de governo do PCO é um governo popular, onde os trabalhadores de todos os segmentos terão voz e o comando da gestão. “Queremos ouvir as reivindicações da população e encontrar soluções para as demandas de todos. Não temos fórmulas mágicas ou de laboratórios”, explica.

O candidato ressalta que num eventual governo do PCO investirá em educação como prioridade e que os trabalhadores da educação ficarão responsáveis pela gestão da área. “Educação é prioridade para nosso governo”.
Em relação a data base e ao cumprimento do PCCR, Adriano Trajano garante que o PCO pretende valorizar os servidores públicos e a meta é que o menor salário seja o apontado pelo Dieese para o salário mínimo nacional, que hoje é de R$ 7.500.

Para valorizar os servidores aposentados, a proposta do PCO em nível nacional é a revogação das reformas trabalhistas e da previdência, que resultaram em perdas de direitos para todos os trabalhadores.
Sobre recursos para os investimentos para a ampliação da UEPB, Adriano explica que eles poderão ser obtidos do não pagamento de juros bancários e da dívida pública.
Ao final de sua participação no debate com a ADUEPB,o candidato assinou a Carta de Compromisso com a UEPB e com os servidores da universidade, sugerida pelo sindicato.
Fonte: ADUEPB – 09/09/2022
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